As Corporações musicais
As corporações musicais catracaterizam as primeiras manifestações culturais do “distrito de Jaguary”. A “Banda Musical Jaguaryense”, formada em 1910, era contituída basicamente por imigrantes italianos. O primeiro maestri foi D’Artagnan de Andrade. Durante 49 anos, a banda Jaguariunense” tocou no coreto da Praça Umbelina Bueno. O grupo foi formado em 1928, por iniciativa do maestro Américo Martineli. Na época, 18 músicos amadores foram convidados para formar a banda. A partir daí, os ensaios eram regulares: todas as a quintas-feiras, na casa do próprio maestro. As apresentações também eram regulares e aconteciam no coreto da Praça Umbelina bueno, após a missa de domingo. A “Corporação Musical Jaguaryense”, formada na década de 1920, existiu até 1960. O músico Guerino Salmistraro assumiu como maestro até 1928. Em seguida, Américo Martinelli assumiu o cargo até 1934. Em 1935, o maestro Paulo Moraes Penteado assumiu a regência, com 15 músicos. Permaneceu até 1958, quando foi substituído por Artur Gonçalves, que recebeu o grupo organizado e com 25 integrantes. Durante este período, em 1962, a prefeitura Municipal doou novos instrumentos e, em 1963, a banda foi registrada como Corporação Musical Santa Maria de Jaguariúna. Neste mesmo ano, foi criada uma diretoria, formada por Joaquim Pinto de Andrade, Arlindo Nascimento, Bento Godoy, Edgar Penteado, Moacir Montagnani, Heitor Turato, Mauricío Hossri Pedro Vieira de Barros Manoel Agiles. Ainda em 1963, foi realizada campanha para aquisição de uniforme. Em 1974, Hélio Marcelani assumiu a regência até 1976, quando o grupo foi desfeito. O período de 1977 a 2033 foi marcado pela ausência de bandas. Em 2005, o maestro João José Leite recupera a tradição musical da cidade, com a criação da banda Musical “Paulo de Moraes Penteado”.